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Maior rede digital de paquera do mundo, o Tinder registra 26 milhões de matches por dia! Pois é, você imaginava que tanta gente no planeta tem um perfil no app?

Os números realmente assustam. E nos fazem perguntar até que ponto aplicativos de celular que prometem achar a cara-metade são uma espécie de modinha digital. Será que o Tinder chegou para mudar de vez nossa forma de flertar e encontrar o amor?

Bem, muita gente já se conheceu pelo app, que está no ar há 7 anos. Isso mesmo, desde 2012, o Tinder tem prometido facilitar conexões e oferecer um leque maior de opções, já que mostra pessoas a maiores raios de distância. Aliás, permite que você pesquise por pretendentes em outros países caso pague uma taxa por isso.

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E aí? Em que aspectos o Tinder já mudou os relacionamentos?


– Empoderamento feminino
Palavrinha mais que em voga atualmente, o empoderamento das mulheres nos relacionamentos afetivos ganhou uma ajuda do Tinder. Ao deslizar para a direita a foto de um perfil que gostou, o lado feminino ficou em pé de igualdade com o masculino. A escolha é mútua. Ah, e lá não tem essa de homem falar primeiro. Quem quiser pode puxar papo! Há, inclusive, outros apps em que só as meninas podem fazer o primeiro contato, como o Bumble e o Adote Um Cara.

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– Xô, timidez!
Como tudo no meio digital, conhecer alguém por meio das telas deixa tudo mais fácil para quem é tímido e tem medo de chamar um estranho para sair pessoalmente. Até porque o match é um indício de que o cara está interessado, o que pode te deixar mais confortável para puxar papo sem medo de levar um fora logo no começo.

– Amor a um clique
Para as preguiçosas de plantão, que não tinham paciência para se arrumar e ir à balada sexta-feira à noite, o Tinder permitiu conhecer pessoas deitada na cama, de pijama! A qualquer hora, você pode avaliar perfis, dar um like e esperar os matches sem pressa, na companhia da Netflix.

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– LGBT friendly
Se para as heterossexuais o medo de encontrar um cara estranho já é grande, imagine para as pessoas LBGT. Lésbicas, bissexuais, gays, travestis e transgêneros sofrem ainda mais por serem alvos de hostilidade e violência, o que torna o processo mais perigoso. O Tinder e outros aplicativos mais específicos para essas comunidades, como Grindr, podem ajudar na busca por parceiros de forma mais segura, já que os perfis mostram amigos em comum. Aliás, quem não tem curiosidade de perguntar para o colega curiosidades sobre o provável date do fim de semana?

– Potencial para pesquisas
Os 26 milhões de matches diários chamam atenção também de pesquisadores. Com tanta gente cadastrada em uma mesma plataforma, algumas empresas viram oportunidades para medir a opinião política de uma região. Em 2016, o Tinder realizou a pesquisa Swipe the Vote. Os usuários respondiam a 10 perguntas sobre concepções sociais, econômicas e políticas. O resultado era um match com um candidato presidencial. Uma ação similar foi realizada no Reino Unido antes da votação pelo Brexit.

– Infidelidade facilitada
Apesar dos muitos benefícios, aplicativos como o Tinder trazem o outro lado da face humana. É importante ter em mente que nem todas as pessoas que estão por lá dizem a verdade. Muitas não são solteiras e encontram no app uma forma fácil de pular a cerca. Um levantamento de 2015, feito pela GlobalWeblndex, mostrou que 42% dos usuários do Tinder eram compromissados na vida real.

Com tantas novidades que o Tinder trouxe, que tal dar uma chance aos apps? Se você está solteira e em busca de algo, não custa nada deslizar pelos perfis, né? Boa paquera!

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