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Em tempos de luta e empoderamento feminino, perguntamos a quatro mulheres bem-sucedidas o que faz com que se sintam poderosas!

“Como autônoma, me sinto poderosa quando tenho domínio sobre o meu próprio tempo. Isso não necessariamente é o que acontece a maioria das vezes”.

empoderamento feminino

Maria Cândida, 25 anos, é designer, stylist e amante das artes! Trabalha com as imagens, transformando produto em história “com uma pitada de borogodó e estilo”.

“Antigamente, eu pensava que mulher poderosa era aquela que conseguia equilibrar família, relacionamentos, trabalho, saúde, beleza e estudos sem deixar os outros perceberem o cansaço, a ansiedade ou a insegurança. Hoje, ainda bem, não penso mais assim. Ninguém tem que dar conta de tudo. Uma mulher se torna poderosa quando se conhece e reconhece os seus próprios limites. Não preciso ter opinião sobre tudo o tempo inteiro, não preciso arrasar sempre, não preciso fingir que não sofro. É tão bom quando a gente se aceita e pode expor quem é sem máscaras”.

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Raquel Bellini, 29 anos, é jornalista brasileira. Mora no Panamá, onde é apresentadora do programa Escapadas com Bellini e Coordenadora de Entretenimento na Medcom.

“Conhecimento faz com que eu me sinta poderosa! Não entendia muito bem quando, ainda pequena, meus pais diziam que educação era a coisa mais valiosa que eles podiam me dar e que, com isso, eu chegaria aonde eu quisesse. Hoje, aos 28 anos, eu sei que se eles não tivessem feito a escolha de se sacrificarem e me colocarem em um colégio particular desde os 4 anos, minha vida seria muito diferente. As mulheres negras estão lá embaixo, na ‘pirâmide social’, e o conhecimento me deu oportunidades que me levaram a ser o que eu sou hoje. Em pleno 2018, ainda vivo situações em que as pessoas me acham inferior pelo meu tom de pele e pelo meu gênero, mas ter sido bem educada (e informada) me ajuda também a lidar com esse tipo de vivência. Nessas horas, eu entendo que a ignorância desses indivíduos ainda é grande demais e que o conhecimento que eu adquiri faz com que isso não tenha poder sobre mim!”

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Ana Paula Paulino, 28 anos, é bacharel em Comunicação Social, empresária artística, produtora cultural e sócia da Ubuntu Produções.

“Me sinto poderosa porque conheço Quem me fez. E ao reconhecer a minha identidade em Deus, não me sinto menos do que ninguém, independentemente do sexo, status, posição social… A partir dessa ótica, somos todos iguais”.

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Luiza Oliveira, 23 anos, é tatuadora e atende gente do país inteiro no próprio ateliê. Também gosta de fotografar plantinhas nas horas vagas.

E você? Por que se sente poderosa? Queremos falar sobre empoderamento feminino.

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