Carregando..

A entrada das mulheres na tecnologia deixa pra trás aquela ideia de que videogame é coisa de menino. Mas, ainda hoje, as mulheres gameplayers enfrentam muitos obstáculos por serem vistas como intrusas em um ambiente predominantemente masculino.

Decidir ser gamer é encarar uma indústria que privilegia os homens. Patrocinar um jogador homem custa cerca de U$ 2,5 milhões às empresas, enquanto as mulheres conseguem cifras bem menores, de U$ 200 mil. A diferença assusta!

Por isso, muitas meninas se sentem desmotivadas a escolher a profissão. Pesquisas mostram que ambos os sexos têm interesse igual por videogames, mas o número de mulheres gameplayers é muito inferior.

Girl Power!

Você pode até se surpreender, mas as mulheres estão na cultura gamer há um bom tempo já. O movimento não é tão recente. O ano de 1980 viu a primeira campeã de videogame, Doris Self, também a mulher mais velha a competir. Na época, ela tinha 55 anos.

Antes disso, na década de 1970, a californiana Carol Shaw foi pioneira como desenvolvedora de jogos eletrônicos. Foi a primeira garota a trabalhar na indústria de games: lançou o primeiro jogo criado por uma mulher, o 3-D Tic-Tac-Toe, baseado no Jogo da Velha, e programou River Raid, um clássico do Atari.

Futuro feminino

Essas moças corajosas abriram caminho para várias outras. Apesar de ainda não estarem em pé de igualdade com os homens, as mulheres já dominam bem a área. Se você procurar no Google, encontrará várias, como Pri Vitalino, gamer carioca que compartilha a paixão por videogames no Youtube. A jovem de 27 anos tem mais de 1 milhão de visualizações em seu canal.

Quer entrar no mundo dos games? Não tenha medo! O Girl Power já chegou lá!

A Casa Beta quer inspirar mulheres a levarem uma vida mais criativa. Já conhece os nossos Cursos Criativos? Clique aqui e saiba mais.